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terça-feira, 29 de junho de 2021

TESTE DE HISTÓRIA 1º ANO 29/06/2021

 

ESCOLA ESTADUAL AUGUSTO XAVIER DE GÓIS CM/RN/ PRAIA DE  MURIÚ

Disciplina: História

Professor: Luiz Cláudio

Aluno: ______________________________________________________________________

Série: 1º Ano       Turma: ________



                                                    TESTE DE HISTÓRIA 

 

TEXTO I

 

 

COMO DRONES ESTÃO AJUDANDO ARQUEÓLOGOS A FAZER UMA REVOLUÇÃO NA ÁREA

 

 

Esqueça o pincel e os clichês quando ouvir falar de arqueologia (é uma disciplina que se ocupa da investigação dos indícios, ou vestígios, de civilizações e culturas passadas): os profissionais da área estão contando agora com uma ajuda que vem céus. Um estudo conduzido pela faculdade de Dartmouth revelou que o uso de imagens [...] obtidas com a ajuda de drones esta resultando numa verdadeira revolução na área.

Os robôs voadores estão oferecendo uma abordagem muito mais abrangente para que os arqueólogos consigam fazer o reconhecimento das áreas que estão sendo pesquisadas e também pata coleta de dados. [...] 

NAPOL, Igor. Como drones estão ajudando arqueólogos a fazer uma revolução na área. Tecmundo, 24 nov. 2017.      

 

  Com base no texto I responda as questões 1,2,3,4

 

 

1.      O que é arqueologia?

2.      O autor afirma que os arqueólogos contam agora com uma ajuda que vem dos céus. O que ele quis dizer com isso?

3.      Que vantagem o uso de drones traz para os arqueólogos?

4.      —————— estudam os povos por meio dos vestígios materiais deixados por eles, como restos de casas, instrumentos de trabalho, pinturas feitas em rochas, vasos, entre outros.

 

Com base na afirmação da questão 4. Estamos nos referindo a quais profissionais?

a)      Os motoristas

b)      Os biólogos,

c)      Os arqueólogos

d)     Os pedreiros.  

 

TEXTO I I

 

Deixa que te recorde o estado miserável em que fica o camponês quando chegam os funcionários que vêm fixar a taxa da colheita [...]. O trigo que estava na eira desapareceu, os ladrões levaram-no. Não pode pagar o que deve pelos bois que pediu emprestado. Além disso, os bois morreram de tanto lavrarem e debulharem. E o escriba já atraca à margem do rio para calcular o imposto sobre a colheita, com um grupo de servos armados de bastões [...] com ramos de palmeira. Dizem: “Mostra-nos o trigo”. Mas não há nenhum trigo e o camponês é espancado sem dó nem piedade [...].

SCHNEIDER, Maurício E.O Egito antigo. 2ºed. São Paulo: Saraiva 2004.p.15. (Que história é essa?).

Vocabulário

Eira: local próprio para debulhar, secar e limpar cereais e legumes.

Lavrar: Cultivar a terra.

Debulhar: Retirar a casca

Espancar: Dar pancadas em; bater em, surrar. 

 

  Com base no texto II responda as questões 1,2,3,4

 

1.       Dê um título ao texto II.

2.      Transcreva o trecho do texto II que, registra o abuso de autoridades na cobrança de impostos.

3.      Qual é o assunto principal do texto II?

4.      Qual o nome do autor do texto II?

 

 

 

 TEXTO III


“Salve, tu, Nilo!

Que te manifestas nesta terra [...]

E vens dar vida ao Egito!

Ao irrigar os prados criados por Rá,

Tu fazes viver todo gado,

Tu — inesgotável — que dás de beber a terra!”

Hino com que os egípcios festejavam anualmente o início das cheias (c.1800 a.C.).In: Coletânea de documentos históricos. [...] São Paulo: SE/Cenp, 1980.p.55.


  Com base no texto III responda a questão  1

 

 

1.      Transcreva o verso que mostra que, para os antigos egípcios, o mundo havia sido criado pelos deuses.

 

TESTE DE HISTÓRIA 3º ANO 29/06/2021

 

ESCOLA ESTADUAL AUGUSTO XAVIER DE GÓIS CM/RN/ PRAIA DE  MURIÚ

Disciplina: História

Professor: Luiz Cláudio

Aluno: ______________________________________________________________________

Série: 3º Ano       Turma: ________


                                     TESTE DE HISTÓRIA 


Texto I

 

NEOCOLONIALISMO

A industrialização do continente europeu marcou um intenso processo de expansão econômica. O crescimento dos parques industriais e o acúmulo de capitais fizeram com que as grandes potências econômicas da Europa buscassem a ampliação de seus mercados e procurassem maiores quantidades de matéria-prima disponíveis a baixo custo. Foi nesse contexto que, a partir do século XIX, essas nações buscaram explorar regiões na África e Ásia.

Gradativamente, os governos europeus intervieram politicamente nessas regiões com o interesse de atender a demanda de seus grandes conglomerados industriais. Distinto do colonialismo do século XVI, essa nova modalidade de exploração pretendia fazer das áreas dominadas grandes mercados de consumo de seus bens industrializados e, ao mesmo tempo, polos de fornecimento de matéria-prima. Além disso, o grande crescimento da população europeia fez da dominação afro-asiática uma alternativa frente ao excedente populacional da Europa que, no século XIX, abrigava mais de 400 milhões de pessoas.

Apesar de contarem com grandes espaços de dominação, o controle das regiões alvo da prática neocolonial impulsionou um forte acirramento político entre as potências europeias. Os monopólios comerciais almejados pelas grandes potências industriais fizeram do século XIX um período marcado por fortes tensões políticas. Em consequência à intensa disputa dos países europeus, o século XX abriu suas portas para o primeiro conflito mundial da era contemporânea.

Somado aos interesses de ordem político-econômica, a prática imperialista também buscou suas bases de sustentação ideológica. A teoria do darwinismo social, de Hebert Spencer, pregava que a Europa representava o ápice do desenvolvimento das sociedades humanas. Em contrapartida, a África e a Ásia eram um grande reduto de civilizações “infantis” e “primitivas”. Influenciado por esse mesmo conceito, o escritor britânico Rudyard Kipling defendia que o repasse dos “desenvolvidos” conceitos da cultura européia aos afro-asiáticos representava “o fardo do homem branco” no mundo.

Com relação à África, podemos destacar a realização da Conferência de Berlim (1884 – 1885) nas quais várias potências europeias reuniram-se com o objetivo de dividir os territórios coloniais no continente africano. Nessa região podemos destacar o marcante processo de dominação britânica, que garantiu monopólio sob o Canal de Suez, no Norte da África. Fazendo ligação entre os mares Mediterrâneo e Vermelho, essa grande construção foi de grande importância para as demandas econômicas do Império Britânico. Na região sul, os britânicos empreenderam a formação da União Sul-Africana graças às conquistas militares obtidas na Guerra dos Bôeres (1899 – 1902).

Na Índia, a presença britânica também figurava como uma das maiores potências coloniais da região. Após a vitória na Guerra dos Sete Anos (1756 – 1763), a Inglaterra conseguiu formar um vasto império marcado por uma pesada imposição de sua estrutura político-administrativa. A opressão inglesa foi alvo de uma revolta nativa que se deflagrou na Guerra dos Sipaios, ocorrida entre 1735 e 1741. Para contornar a situação, a Coroa Inglesa transformou a colônia indiana em parte do Império Britânico.

Resistindo historicamente ao processo de ocupação, desde o século XVI, o Japão conseguiu impedir por séculos a dominação de seus territórios. Somente na segunda metade do século XIX, que as tropas militares estadunidenses conseguiram forçar a abertura econômica japonesa. Com a entrada dos valores e conceitos da cultura ocidental no Japão, ocorreu uma reforma político-econômica que industrializou a economia e as instituições do país. Tal fato ficou conhecido como a Revolução Meiji.

Com tais reformas, o Japão saiu de sua condição econômica feudal para inserir-se nas disputas imperialistas. Em 1894, os japoneses declararam guerra à China e passaram a controlar a região da Manchúria. Igualmente interessados na exploração da mesma região, os russos disputaram a região chinesa na Guerra Russo-Japonesa, de 1904. Após confirmar a dominação sob a Manchúria, os japoneses também disputaram regiões do oceano Pacífico com os EUA, o que acarretou em conflitos entre essas potências, entre as décadas de 1930 e 1940.

Outras guerras e conflitos foram frutos do neocolonialismo. Entre elas, podemos inclusive destacar a Primeira e a Segunda Guerra Mundial. Por fim, percebemos que a solução obtida pelas nações industriais frente à questão de sua superprodução econômica teve consequências desastrosas. O imperialismo foi responsável por uma total desestruturação das culturas africanas e asiáticas. Na atualidade vemos que as guerras civis e os problemas socioeconômicos dessas regiões dominadas têm íntima relação com a ação imperialista.

 

 

  Com base no texto I responda as questões 1,2,3,4, 5, 6, 7

 

1.      Explique o contexto que, levou os países europeus, a partir do século XIX, explorar regiões na África e Ásia.

 

2.      Por que o colonialismo do século XVI e diferente do Neocolonialismo? Explique.

 

 

3.      O que pregava a “teoria do darwinismo social, de Hebert Spencer”?

 

4.       “Os monopólios comerciais almejados pelas grandes potências industriais fizeram do século XIX um período marcado por fortes tensões políticas”.

     A afirmação acima pode ser:

(       ) Verdadeira   (      ) Falsa

 

5.       Resistindo historicamente ao processo de ocupação, desde o século XVI, o Japão conseguiu impedir por séculos a dominação de seus territórios. Somente na segunda metade do século XIX, que as tropas militares estadunidenses conseguiram forçar a abertura econômica japonesa”.

 

A afirmação acima pode ser:

(       ) Verdadeira   (      ) Falsa

 

6.      “Com relação à África, podemos destacar a realização da Conferência de Berlim (1884 – 1885) nas quais várias potências europeias reuniram-se com o objetivo de dividir os territórios coloniais no continente africano”.

 

A afirmação acima pode ser:

(       ) Verdadeira   (      ) Falsa

 

7.      “O imperialismo foi responsável por uma total desestruturação das culturas africanas e asiáticas. Na atualidade vemos que as guerras civis e os problemas socioeconômicos dessas regiões dominadas têm íntima relação com a ação imperialista”.

A afirmação acima pode ser:

(       ) Verdadeira   (      ) Falsa

 

 

Texto I I 

 

REPÚBLICA E CIDADANIA

 

Embora a Constituição de 1891 garantisse os direitos civis e os direitos políticos, uma série de restrições impedia que a maioria dos brasileiros tivesse acesso aos direitos de cidadania.

As mulheres, os homens menores de 25 anos, analfabetos, os militares de baixa patente e os religiosos não tinham direito ao voto. Na primeira eleição para presidente da República, em 1894, calculava-se que apenas 2,2% da população participaram com o voto. Além disso, a politica partidária era restrita às oligarquias. O voto aberto, o “voto de cabresto”, a “eleição a bico de pena” e as fraudes eleitorais impediam o pleno exercício dos direitos políticos.

Os direitos civis, por sua vez, tornaram-se privilégios das elites dominantes e das camadas ricas da população. O poder dos coronéis impossibilitava o exercício dos direitos civis, como as garantias à vida e à liberdade. A inviolabilidade do lar e a integridade física poderiam ser desrespeitadas a  qualquer momento por eles. A influência que exerciam sobre o sistema policial e judiciário impedia que o agredido pudesse se defender.

Sem os direitos políticos e civis garantidos, a população ainda não tinha acesso aos direitos sociais. A Constituição de 1891 não fazia referência a eles. Os trabalhadores não tinham leis sociais ou trabalhistas, nem acesso a redes de saúde e educação pública ou sistemas de pensões e aposentadorias.

 

   Com base no texto I I responda as questões 1 e 2




1.      Qual é ideia central do texto?

 

2.      Com base no texto.  Explique em suas palavras como a cidadania dos brasileiros era vista durante a Primeira República.  

          

6º ANO 29/06/2021

 

ESCOLA ESTADUAL AUGUSTO XAVIER DE GÓIS/ CM/RN – Praia de Muriú

Professor: Luiz Cláudio

Disciplina: História

ALUNO_______________________________________________________________

 

Série: 6º Ano


Mesopotâmia






Após assistir ao vídeo aula. Analise e resolva a atividade proposta.

 

 

 

 1. O que significa a palavra mesopotâmia?

      2.     Quais os nomes dos dois rios mesopotâmicos?

      3.     Quem eram os semitas?

     4.     Quais foram as grandes criações dos sumérios?

     5.     Cite o nome de uma cidade- estado que data da época dos Sumérios.

     6.     O que foram ao zigurates?

     7.     Cite três povos mesopotâmicos?

 


segunda-feira, 28 de junho de 2021

2º ANO TESTE FILOSOFIA 28/06/2021

 

TEXTO I

 

DA DIALÉTICA À LÓGICA

A lógica nasceu no ambiente das acaloradas discussões dialéticas na Academia de Platão. Ora, a dialética não dispõe dos métodos do professor que expõe um assunto um nem dos sábios, criador da ciência. A dialética é um diálogo, em que um interlocutor submete a outro uma tese para ser examinada por meio de perguntas, cada uma das quais deve ser respondida com um sim ou não. [...] Aristóteles abandonou esse projeto, embora mantivesse a dialética como exercício indispensável nas disputas de opiniões [...]. Deu-se conta de que a necessidade com que se deduzem as consequências de teses apresentadas era inteiramente independente do conteúdo discutido. Ou seja, o professor que expõe, a dialética que discute o orador que persuade, qualquer que seja a diferença de seus pontos de partida e os conteúdos com que trabalham, utilizam um raciocínio de tipo rigoroso: o silogismo, ou seja, o processo que faz o pensamento ver a união de um predicado ou de um atributo a um sujeito quando essa união mão esta dada imediatamente. Aristóteles julgou que era lícito, portanto, estudar as formas do raciocínio, no qual, uma vez postas certas coisas resulta necessariamente numa outra que depende da primeira. Esse estudo tornou-se objeto da analítica.

    BRÉHIER, Émile. História da Filosofia. São Paulo: Mestre Jou. 1977. Tomo I p.142 e 147.   

 

Com base no texto I responda as questões 1, 2, 3.

 

            

 

1.      Por que o autor do texto afirma que a dialética é um diálogo? Explique com suas próprias palavras.

2.       Por que Aristóteles julgou que era lícito, estudar as formas do raciocínio? Explique com suas próprias palavras.

3.      Quem foi Aristóteles?

 

                                             TEXTO II

 

A LÓGICA

 

Toda ciência tem sua Matéria: é este o objeto cujas leis ela investiga. Assim, a matéria da Geometria são as figuras extensas; o da Astronomia são os astros; o da Biologia, os fenômenos da vida; o da psicologia, os fenômenos psíquicos. Toda ciência também ter uma Forma: é o conjunto dos processos que ela põe em prática a fim de chegar a conhecer as leis do objeto particular do seu estudo. [...]

Mas estas diversas formas das diferentes ciências são a obra de um mesmo espírito. O espírito que demonstra que a soma dos três ângulos de um triangulo é equivalente a dos ângulos retos é o mesmo que estabelece as leis da queda dos corpos e as dos fenômenos vitais. Por mudar de objeto, o espírito não muda de natureza; apesar das características particulares de cada uma dessas ciências, as operações do pensamento têm sempre alguma coisa de comum; obedecem a leis independentes do objeto ao qual se aplicam, e estas leis resultam não do objeto pensado, mas do próprio pensamento.

Estabelecer estas leis do pensamento considerado se su mesma, abstração feita dos objetos a que se dirija e, em seguida, determinar as diferentes aplicações das mesmas, eis o duplo objeto da lógica.

LIARD, Louis. Lógica. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1965.p.9

 

Com base no texto II responda as questões 1, 2, 3,4

 

1.      Por que toda ciência tem sua matéria? Explique com suas próprias palavras.

 

2.      Possível afirmar que as operações do pensamento funcionam em geral, da mesma maneira, independentemente do objeto que esteja sendo estudado. Justifique sua resposta com base no que o texto expõe.

3.      Explique em suas palavras, quais são os objetos da lógica, segundo o autor do texto.

4.      Os fenômenos psíquicos estão associados a qual tipo de matéria?

3º ANO TESTE FILOSOFIA 28/06/2021

 

TEXTO I

 

O MUNDO DO POSSÍVEL

 

O que define o ser humano não é a capacidade de criar uma segunda natureza para além da natureza biológica, mas ultrapassar as estruturas existentes para ciar outras. Esse movimento já é visível em cada um dos produtos particulares do trabalho humano. [...] se um macaco colhe um galho para alcançar um fim, é por que ele é capaz de dar a um objeto da natureza um valor funcional. Mas o macaco não chega a construir um instrumento que serviria para preparar outros, tanto assim que depois de usado como bastão, o objeto retorna a condição de galho de árvore e não será usado para mais nada. [...] A atividade animal revela seus limites: ela perde as transformações reais que ela opera porque não é capaz de repeti-las com outro sentido. Ao contrário, para o ser humano, um galho de árvores transformado em bastão servirá, a seguir, para outras finalidades, existindo sob uma pluralidade de aspectos. [...] o sentido do trabalho humano é o reconhecimento, para além do meio ambiente atual, de um mundo de coisas visíveis sob uma pluralidade de aspectos, a apreensão de um espaço e de um tempo indefinidamente abertos e, mais do que isso, a capacidade para fazer existir algo novo. [...] por isso o mundo humano é o mundo do possível, pois os humanos são capazes de simbolizar a si mesmos a realidade. Isto é, de se relacionar com o ausente por meio do trabalho, da linguagem e da consciência do tempo.

MERLEAU-PONTY, Maurice. La structure du comportement. Paris: Presses Universitaires de France. 1970.p.188, 189,191. Texto traduzido

Com base no texto I responda as questões 1, 2, 3.

 

1.      De acordo com o texto, o ser humano e o animal se relacionam  com a natureza de maneiras diferentes. Qual seria essa diferença? Explique em suas palavras.

2.      De que modo o trabalho contribui para definição do mundo propriamente humano?

3.      Por que o mundo do humano é o mundo do possível? Explique em suas palavras.

 

TEXTO II

Fica aqui bem evidente,

Que é preciso reflexão...

O primeiro mandamento,

Nessa toada de ação,

É cantar salvas à vida

E sua preservação!

CLÁUDIO, Luiz & NETO, Rodrigues. Sintomas sociais da pandemia no Brasil. Pag.05

Com base no texto II responda as questões 1, 2, 3 e 4.

 

 

1.      Que fato da atualidade os versos acima remete?

2.      Por que é importante cantar salvas à vida? Explique, em suas palavras.

3.      É possível um mundo melhor? Explique, em suas palavras.

4.      Dê um titulo ao texto.